terça-feira, fevereiro 14

Sinto-me confuso.
Alegre?


Apareceste assim,
E deste-me um beijo, doce e meigo.
E com um beijo foste na asas do vento,
Ficou a saudade do teu olhar.

Sinto-me confuso.
Triste?




Quem és? Que queres de mim?
Eu quero esperança. Recuperar o que me foi tirado.
Não sei bem como dizer,
Nem sei bem o que quero.

Sinto-me confuso.
Furioso?





Não sei quem sou,
Nem sinto muita vontade de saber.
Que vês em mim, quem achas que sou?
Diz-me! Não!
È melhor não saber, posso não gostar.




Sinto me confuso,
Já não tenho nada para dar.
Perdido no tempo,
Nada a recear.

2 comentários:

CemIdeias** disse...

Alegre...
Por te ter conhecido.
Triste, por me ter apegado a ti e tu?...
Saires assim da minha vida como quem chegou, levou e fugiu...
E eu? Eu que fiquei apegado a ti? Como te apago agora?
Sei que sentes saudades..., mas não saudades como as de antes...
Saudades apenas...
E agora? Sou aquele que se apegou, que agora anda perdido e não sei ser eu de novo sem ti..., porque eu eras tu, eramos um... agora sou metade... metade do que era sem ti...
Preciso de tempo, tempo para ser um de novo, tempo para poder olhar-te como "passado" que não volta e encontrar outra pessoa para que possa ser novamente um e não metade apenas... **

Molghus disse...

Puto... as imagens são pedacinhos de momentos em que partilhámos experiências só nossas... fomos três ali, nesse momento, a mirar o Tejo aos nossos pés depois de um final de ano que quase nos matou de cansaço... começou primeiro para nós, e ainda assim, vimo-los todos tombar que nem tordos! Assámos as febras nesse lume que também sabe aquecer tão bem, entre duas ou três danças desajeitadas, e passeámos pelos campos e veredas que não chegaste ainda aqui a mostrar. Just proud to be there! Grande abraço! Foi óptimo, porque foi convosco, mas em especial contigo, supermano!